terça-feira, 28 de dezembro de 2010

AS CRIANÇAS ESTÃO CANTANDO EU SOU UM FILHO DE DEUS.

VAMOS AGORA DEIXAR O HOMEM VELHO COM SEU TRATADO FILOSOFAL ,E VAMOS MEDITAR NO DÍSTICO VERSO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO NA NARRATIVA DE MATEUS CAP.21 DO VER 12 ATÉ O 16 ONDE CRISTO DAR RESPOSTA AOS QUE VENDIAM E COMPRAVAM NA CASA DE ORAÇÃO.O PRIMEIRO PASSO DE JESUS FOI DETERMINANTE, ACABOU NAQUELE MOMENTO COM O COMERCIO DENTRO DO TEMPLO.SEGUNDO PASSO COMEÇOU A CURAR OS CEGOS E COXOS QUE VEIO A ELE.O TEXTO DIZ QUE QUANDO OS PRINCIPAIS DOS SACERDOTES E OS ESCRIBAS VENDO, AS MARAVILHAS QUE FAZIA,E AS CRIANÇAS CLAMANDO, LOUVADO SEJA O FILHO DE DAVÍ,FICARAM INDIGNADOS,E OS PRINCIPAIS DA SINAGOGA O INTERROGA DIZENDO,VOCÊ NÃO ESTA VENDO JESUS FILHO DE JOSÉ QUE ELES, AS CRIANÇAS ESTÃO TE LOUVANDO?E JESUS LHES DISSE:SIM;NUNCA LESTES;PELA BOCA DOS MENINOS E DAS CRIANÇINHAS DE PEITO TIRASTES O PERFEITO LOUVOR?OS SACERDOTES E OS ESCRIBAS ESTAVAM ASSENTADOS NA CADEIRA DE MOISÉS E A DELEGADA ORDEM DADA POR DEUS A ELES, ERA CUIDAR DAS COISAS RELATIVAS AO SACRO,E NO ENTANTO COMO PODEMOS AFIRMAR POUCA OU NENHUMA DEDICAÇAO AO ENSINO TINHAM NESTE MOMENTO.QUANDO VENDIAM E COMPRAVAM NO TEMPLO TUDO CERTO NÃO TEM PROBLEMA VIROU ATE TRADIÇÃO,NENHUMA INDIGNAÇÃO!MAIS JESUS CHEGOU NAQUELE LUGAR,ONDE ESTA SUJO ELE LIMPA,ONDE ESTÁ ERRADO ELE CONCERTA,ONDE TEM MORTE ELE DAR VIDA E ONDE TEM PROMESSA ELE CUMPRE.PRECISOU LIMPAR O TEMPLO PARA JESUS OPERAR MARAVILHAS E MILAGRES.O QUE APRENDEMOS NESTA MENSAGEM? SOMOS O TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO E JESUS ESTÁ NOS DIZENDO,ESTOU A PORTA E BATO,OUVE A MINHA VOZ PASTOR,EVANGELISTA,PRESBÍTERO,DIÁCONO, E A VOCÊ QUE A SI INTITULOU-SE APÓSTOLO; VOLTE PARA O EVANGELHO SIMPLES DE JESUS CRISTO,SEJAMOS COMO ESTÁS CRIANÇAS E LOUVEMOS E ADOREMOS A DEUS EM ESPÍRITO E EM VERDADE.SÓ ASSIM PODEMOS CANTAR, EU SOU UM FILHO DE DEUS NASCIDO DA AGUA E DO ESPÍRITO PARA PRODUZIR FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO PARA A GLÓRIA DO ETERNO, NOSSO DEUS CRIADOR DO CÉUS E TERRA E DE TUDO QUE NELES HÁ! AMÉM.

sábado, 25 de dezembro de 2010

REFLEXÃO VIVA PARA O CLERO SOBRE 25 DE DEZEMBRO A FESTA DE NATAL.



O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originado em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato! Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa originalmente cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã! A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, a idéia era "abafar” o paganismo, cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.

A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a: 1)saturnália e o 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol 3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

A prática de trocar presente era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presente; os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et 9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, porém, não há qualquer correspondência entre as duas situações.

A árvore de natal tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: “Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e Postes-ídolo no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes” (1Rs 14:23). ‘Não estabelecerá Postes-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti” (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.

É bom lembrarmos das advertências do profeta: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jr 10:3,4).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1Co 11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..." (Hb.7:3).

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Amados do Senhor, é tempo de rejeitarmos todo e qualquer sincretismo no seio do Povo Eleito, fechando todas as brechas que o inimigo astutamente consegue abrir no coração da igreja; e para que isto aconteça passos de fé e desprendimento precisam ser dados, eliminando todo e qualquer canal, por mais belo que seja, idealizado pelo inimigo de nossas almas e empurrado como lixo para dentro das vidas.

Saiba adorar a Deus em "espírito e verdade!” ·

Eu não sou contra a realização de cultos no dia 25 de dezembro. Devemos honrar o Senhor todos os dias do ano, inclusive, no dia simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas.



Elias de Oliveira.
(Fonte de Pesquisa histórica: www elnet com.br)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A G R A Ç A DE DEUS NOS ISENTA DA LEI MOSAICA

A Graça e a Lei
por
J. I. Packer
Escreveu o apóstolo João: “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (João 1:17). Na economia de Deus, a lei foi exposta em primeiro lugar e a graça posteriormente. O Antigo Testamento é dominado pela grande realidade da lei de Deus, tal como o Novo Testamento é dominado pela graça de Deus. Porém, como relacionar a graça com a lei, visto que a lei veio antes da graça? O Novo Testamento revela dois pontos de vista que erram quanto a isso, a saber: o legalismo e o antinomianismo.
O legalismo (abordado em Romanos 4 e 9-11; Gálatas 2-5 e Colossenses 2) fruta a graça divina, por buscar a retidão mediante a religiosidade e as obras da lei, encarando-as como parte do fundamento de nossa aceitação diante de Deus, justamente com os méritos de Cristo. Paulo, todavia, insistia contra isso, dizendo que a fé em Cristo para a salvação é uma confiança exclusiva, de tal modo que uma professa confiança em Cristo que não exclua totalmente a autoconfiança não é fé real, aos olhos de Deus. Por esta causa veio a advertência pauliana aos gálatas judaizantes, os quais achavam que precisavam suplementar a sua fé em Cristo com o ato de serem circuncidados: “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gálatas 5:4). A observância da lei não desempenha qualquer papel na justificação. Esta se realiza exclusivamente pela fé, pois acha-se somente em Cristo e através dEle, e é somente pela graça. Confiar nas próprias obras, juntamente com a obra de Cristo, desonra-O, frustra a graça e priva a pessoa da vida eterna (cf. Gálatas 2:21 e 5:2).
No outro extremo o antinomianismo (abordado em Romanos 6; 2Pedro 2 e 1João) erra por transformar “em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4). Enquanto o legalista exalta de tal modo a lei que chega a excluir a graça, o antinomiano é fascinado pela graça ao ponto de perder de vista a lei, como uma regra de vida. Ele argumenta que, visto que os crentes estão “libertados da lei” (Romanos 7:6) e não debaixo da lei, e, sim, da graça (Romanos 6:15), com o perdão eterno já em sua possessão, não mais importa que tipo de vida eles levem. Embora o legalismo e o antinomianismo, segundo certo ponto de vista, sejam pólos opostos de erro, há, na teologia, e freqüentemente na experiência, um elo de ligação entre eles: ambos procedem da mesma fala suposição de que o único propósito da observância da lei é obter justiça diante de Deus. Assim sendo, o legalista ocupa-se em estabelecer sua própria justiça, ao passo que o antinomiano, regozijando-se no dom gratuito da justificação pela fé, não vê razão alguma para guardar a lei. Muitos dos antinomianos, na história, têm saído do legalismo por reação ao mesmo. Ambos os erros, porém, são respondidos assim que percebemos que a lei moral expressa a vontade de Deus para o homem em sua condição de homem. Jamais teve a finalidade de servir como um método de salvação (e, de qualquer forma, é inútil para esse propósito). A lei foi dada para guiar os homens na vida de piedade. E a graça, ao mesmo tempo que condena a justiça própria, estabelece a lei como regra de conduta. Escreveu Paulo: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente” (2 Timóteo 2:11,12). Essa é a resposta final ao antinomianismo: a graça estabelece a lei.
Uma variante do recuo antinomiano em relação à lei é a reivindicação de que os crentes não têm qualquer necessidade ou dever de regularem suas vidas pela lei, visto que seus recursos em Cristo são suficientes para guiá-los. Assim, Lutero asseverou que a fé cristã naturalmente produz boas obras (ou seja, amor e serviço), por meio do impulso instantâneo. J. A. T. Robinson afirmou que o amor cristão traz embutida uma bússola moral, de tal modo que não precisa firmar-se sobre regras bíblicas, nem precisa necessariamente ser guiado por elas. Muitos têm falado sobre isto como se o impulso do Espírito, na consciência do crente, suplantasse inteiramente as instruções da lei.
Aqueles que tomam essa posição, frisam corretamente a espontaneidade interior da vida cristã genuína, bem como a criatividade ética do amor. Porém, eles separam o que Deus uniu, a saber, a obra do Espírito Santo em ensinar e a Palavra pela qual Ele o faz. O Espírito continua a gravar a lei de Deus em nossos corações durante toda nossa vida, instruindo-nos pelas Escrituras nos padrões de Deus e fazendo-nos julgar quão distante temos ficado da perfeição moral e espiritual que esses padrões incorporam. Em suas cartas, Paulo não só nos ensina acerca de Cristo e do Espírito Santo, mas, normalmente na segunda metade delas exercita crentes nos princípios éticos — isto é, na lei, conforme ela se aplica aos crentes (cf. Romanos 12-15; Gálatas 5-6; Efésios 4:17-6:9; Colossenses 3:1-4:6). Seria arriscado tentar ser mais sábio do que Paulo, em nossa maneira de ensinar a vida cristã.
Se nos lembrarmos que, como crentes, servimos a Deus não para adquirirmos a vida, mas por já termos a vida, como seus filhos e filhas já justificados e adotados, então não cairemos no legalismo que esses mestres temem; antes, veremos a lei de Deus como o código de normas da família e nos regozijaremos em procurar vivê-la desta forma, agradando ao nosso Pai celeste, que nos amou e nos salvou.
Paulo escreveu: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não de obras para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:8-10). A doutrina paulina da graça gratuita e soberana tanto humilha a soberba dos legalistas, que são justos aos seus próprios olhos, como condena a lassidão preguiçosa e irresponsável dos antinomianos. Entendido corretamente, esse ensino gera uma jubilosa segurança e uma incansável energia no serviço de nosso Salvador. Foi dito com muita propriedade que, no Novo Testamento, a doutrina é a graça, a ética é a gratidão (Romanos 12:1); e nosso Senhor ensinou que a pessoa que mais ama é aquela que é mais consciente do amor por ela demonstrado (Lucas 7:40ss.). O mundo veria muito mais piedade prática do que está vendo, se os crentes de nossos dias conhecessem mais acerca da graça de Deus.

Fonte: Extraído do livro “Vocábulos de Deus” de J. I. Packer, publicado no Brasil pela Editora Fiel.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

DEUS NÃO TEM FILHO BASTARDO É POSSIVEL PRODIGO


Deus se lembra de mim
22.maio.2009 in Devocional, Mensagens de poder, Pr. Uagner Tags: , , , by Pr. Uagner
II Samuel 9: 1 a 9
Essa é uma das historias mais impressionantes das escrituras. Talvez essa história talvez seja a que mostre mais o caráter de Davi e o motivo porque Deus o chama de homem segundo o seu coração (Atos 13:22).
Todos possíveis herdeiros do trono de Saul já não existiam mais. Essa era a situação ideal para Davi. Já não havia concorrentes. Porem Davi se lembra que tinha uma aliança.
Uma aliança traz consigo o beneficio para aquele que tem menos ou não tem nada. No caso de Davi quando não passava do filho bastardo que foi concebido fora do casamento, e talvez por causa disso recebe o trabalho de um escravo, quando vence a Golias e chama a atenção de Jonatas filho do rei Saul. Davi não tinha absolutamente nada de precioso, a não ser uma vitoria sobre um urso, e sobre um leão (que não lhe renderam lucro algum) e uma recente vitoria sobre um gigante que estava aterrorizando uma nação. Jonatas tinha todo prestigio, dinheiro, e um trono como herança que qualquer jovem sonharia em ter. Jonatas faz uma aliança com Davi e tudo o que era de Jonatas passa ser de Davi, e o que era de Davi passa para Jonatas. Ou seja, o nada de Davi vira o nada de Jonatas, e o tudo de Jonatas passa a ser o tudo de Davi.
Como Davi poderia se esquecer da incrível virada em sua vida depois dessa aliança. O filho bastardo, e pequeno pastor se torna o herdeiro do trono de Saul.
Nesse capitulo Davi já era o rei. Lembre-se de todo o sofrimento e das oportunidades perdidas que Davi teve que enfrentar até chegar ao trono. Talvez ninguém merecesse mais esse trono do que ele.
Mas Davi se lembra de sua aliança. E o mais interessante é que ele se incomoda com a idéia de existir um possível descendente de Saul que pudesse estar fora do palácio.
E é então nesse momento que aparece Mefibosete.
Seu nome significa vergonha destruidora. E com certeza, esse nome representava a trajetória da historia da sua vida.
Mefibosete era filho de Jônatas e neto do rei Saul, de Israel. Além de ter praticamente toda a sua família morta pelos infortúnios que vieram sobre os descendentes de Saul, Mefibosete era deficiente físico. Aos cinco anos de idade sofreu um acidente ao cair dos braços de sua ama que fugia com ele e ficou coxo (II Samuel 4:4). Isso já era suficiente para que Mefibosete sentisse que a sua vida era uma vida sem propósito. Talvez a única coisa que desejava mais do que qualquer coisa era sua morte, porque talvez assim esse jovem que carregava consigo uma vergonha destruidora pudesse ter descanso e alivio.
No versículo 8 Mefibosete mostra a imagem que via de si mesmo todos os dias no espelho. Ao ser comunicado pelo rei Davi de que seria restituído em tudo o que pertencera a sua família, Mefibosete declarou: quem é o teu servo para que te preocupes com um cão morto como eu?
Essa declaração de Mefibosete declara seu estado psíquico. Abalado e complexado pela morte de sua família e por seu estado físico, Mefibosete ainda morava de favor em Lo-Debar significa “Sem pasto”.
Um herdeiro do trono deficiente físico, vivendo de favor em um lugar totalmente estéril sem qualquer expectativa. Quem se lembraria dele? Davi se lembra.
Nesse texto a mensagem de Deus a nós esta bem explicita.
Nós somos os Mefibosetes. Que muitas vezes nos sentimos como cães mortos. Sem qualquer esperança de sermos lembrados por alguém. Trazemos a nossa memória as bondades que fizemos no passado, e vemos que não temos sido retribuídos da mesma forma. A colheita que esperávamos de varias sementes de bondade parece que tem se torna em colheitas de espinhos. Mas o que me da esperança na caminhada da vida é saber que ainda que as pessoas que mais amamos se esqueçam de nós, Deus se lembra de nós (Salmos 27:10).
Através de Jesus Cristo Deus nos restaura como filhos e co-herdeiros do trono real (Romanos 8:14-17). Existe maior honra do que assentar-se à mesa com o Rei e comer do pão que Ele serve?
Não há méritos nossos nisso. Assim como não houve méritos para que Mefibosete voltasse a viver como rei. Isso acontece simplesmente porque o rei se lembra dele. Vai atrás dele resgatando-o de uma vida de morte, trazendo-o de volta ao lugar que lhe foi dado por herança.
Talvez nesse dia você esteja se sentindo assim. Um cão morto. Sem sonhos, e expectativas. Alguém que espera nada mais do que a morte. Mas a melhor noticia é que Deus enviou seu filho Jesus, para nos fazer participantes de uma aliança eterna e inquebrável. E o melhor de tudo é sermos convidados de honra da mesa do rei para estar com ele em todas as refeições. Não temos que nos esforçar para que Deus nos aceite, pois Ele já fez isso, sem qualquer mérito nosso. O que temos é que descobrir quem somos Nele e fazer disso um propósito para toda a nossa vida.
Para que Deus faça uma virada assim como fez na vida de Mefibosete, é necessário apenas crer a cada manhã que temos uma aliança com Deus que não será quebrada nem esquecida. Deus se lembra de nós. E isso já é o suficiente para que você tenha a certeza que a virada na sua vida vai acontecer. ( OS TEOLOGOS ESTÃO INVENTANDO DEUS. CUIDADO A LEI MATA E DUROU ATE JOAO BATISTA)DIZ O EVANGELHO DE CRISTO.

COMO É GRANDE O NOSSO DEUS(TRADUÇÃO)

Como é grande nosso Deus O esplendor de um Rei Vestido em Majestade Que toda a terra se alegreToda a terra se alegraEle envolve-se na luz E trevas tenta esconder E trembles na Sua voz Trembles a Sua voz Como é grande o nosso Deus, cante comigo Como é grande o nosso Deus, e todos irão ver Como grande, como grande é o nosso Deus Ele ergue_se de tempos em tempos Eo tempo está em Suas mãos Princípio e o final Princípio e o final O Divino três em um Pai espírito Filho O Leão e o Cordeiro O Leão e o Cordeiro Como é grande o nosso Deus, cante comigo Como é grande o nosso Deus, e todos irão ver Como grande, como grande é o nosso Deus Nome sobre todo nome Digno de toda adoração Meu coração vai cantar Como é grande o nosso Deus Como é grande o nosso Deus, cante comigo Como é grande o nosso Deus, e todos irão ver Como grande, como grande é o nosso Deus.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Direitos Humanos

A grande maioria dos cidadãos tem total consciência de seus direitos. Entretanto, pouca gente sabe quais são os deveres a serem cumpridos por cada um para que todos tenham acesso a certos privilégios.

Essas obrigações são fundamentais dentro de uma sociedade. Sem elas, a ordem e o respeito jamais seriam estabelecidos. Todo individuo deve trabalhar, pagar seus impostos, contribuir para a escolha de seus representantes, enfim, cumprir com uma série de responsabilidades.

Estando dentro dessas exigências, ele é livre para requerer seus direitos como todo cidadão. Esperamos que a sociedade possa ter isso em mente, e saber que cada um de nós possui um papel extremamente importante para o desenvolvimento e o progresso da nação.

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)
da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,
Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum,
Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão,
Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,
Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,
Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mis alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,

A Assembléia Geral proclama

A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Artigo I

Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

Artigo II

Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

Artigo III

Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

Artigo V

Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo VI

Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.

Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo VIII

Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo X

Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.

Artigo XI

1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII

Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

Artigo XIII

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.

Artigo XIV

1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.
2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XV

1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo XVI

1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer retrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.
2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

Artigo XVII

1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XIX

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Artigo XX

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo XXI

1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de sue país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.

Artigo XXII

Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII

1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.
2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.
3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.
4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

Artigo XXIV

Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

Artigo XXV

1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI

1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.

Artigo XXVII

1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.
2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.

Artigo XXIV

1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XXX

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)
da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,
Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum,
Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão,
Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,
Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,
Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mis alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,

A Assembléia Geral proclama

A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Artigo I

Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

Artigo II

Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

Artigo III

Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

Artigo V

Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo VI

Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.

Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo VIII

Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo X

Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.

Artigo XI

1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII

Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

Artigo XIII

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.

Artigo XIV

1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.
2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XV

1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo XVI

1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer retrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.
2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

Artigo XVII

1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XIX

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Artigo XX

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo XXI

1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de sue país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.

Artigo XXII

Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII

1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.
2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.
3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.
4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

Artigo XXIV

Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

Artigo XXV

1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI

1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.

Artigo XXVII

1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.
2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.

Artigo XXIV

1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XXX

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.

Seu Maior Dever: "AMAR A DEUS" (IMPACTANTE) - Paulo Junior

O mandamento mais importante Mc 12,28b-34 Um mestre da Lei que estava ali ouviu a discussão. Viu que Jesus tinha dado uma boa resposta e por isso perguntou:
- Qual é o mais importante de todos os mandamentos da Lei?
Jesus respondeu:
- É este: "Escute, povo de Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças." E o segundo mais importante é este: "Ame os outros como você ama a você mesmo." Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois.
Então o mestre da Lei disse a Jesus:
- Muito bem, Mestre! O senhor disse a verdade. Ele é o único Deus, e não existe outro além dele. Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com todas as nossas forças e também devemos amar os outros como amamos a nós mesmos. Pois é melhor obedecer a estes dois mandamentos do que trazer animais para serem queimados no altar e oferecer outros sacrifícios a Deus.
Jesus viu que o mestre da Lei tinha respondido com sabedoria e disse:
- Você não está longe do Reino de Deus.
Depois disso ninguém tinha coragem de fazer mais perguntas a Jesus. & nbsp; &n bsp; &nb sp; &nbs p; comentário do evangelho
O maior mandamento Temos nesta narrativa de Marcos um caso único de diálogo de um escriba com Jesus, sem atritos. Os escribas eram intelectuais, minuciosos conhecedores dos textos da Lei. Este que dialoga com Jesus chega a afirmar que o amor a Deus e ao próximo supera todos os holocaustos e sacrifícios. Reconhece, assim, os dois maiores mandamentos. Jesus, então, afirma que ele não está longe do Reino de Deus. Por seus detalhes, esta narrativa assemelha-se à cena do jovem rico (Mc 10,17-22), ao qual apenas faltou dar tudo aos pobres e seguir Jesus. Com isso se percebe que ao escriba faltava romper com as doutrinas e observâncias legais e desapegar-se de suas riquezas. A expressão de nossa adesão ao amor de Deus não é o culto religioso, mas sim o amor concreto e solidário ao nosso próximo.
DEUS NOSSO PAI SEJA SEMPRE LOUVADO!SÓ ASSIM ESTAREMOS O AMANDO,AMÉM.

O NATAL,O CULTO E A FÉ REFORMADA

Ler Deuteronômio 4:1-2 e 12:32; Romanos 12:2; Marcos 7:7-9 e 13; Gálatas 4:8-11 e 5:1; e Colossenses 2:8,16 e 23.



O Natal é uma festividade religiosa na qual boa parte da cristandade comemora o nascimento de Cristo. Além do dia de Natal, a festa da natividade, diversos outros dias do calendário eclesiástico, conhecidos como dias santos (holidays), foram separados pela igreja cristã medieval para comemorar eventos da vida de Jesus e da igreja. As festas mais geralmente aceitas são: a festa da Epifania (dia dos Reis), festejada no dia seis de janeiro, em comemoração à manifestação de Jesus aos três magos orientais (Mt 2:1-12); a Quaresma (46 dias entre a quarta-feira de cinzas e a Páscoa), relembrando a tentação de Jesus no deserto (Mt 4:1-11; Lc 4:1-12); a Páscoa, celebrada entre 22 de março e 25 de abril, comemorando a ressurreição de Jesus (Mc 16:1-8); a quinta-feira da ascensão, comemorada no quadragésimo dia após a Páscoa (At 1:9-10); e o dia de Pentecostes, celebrando a descida do Espírito Santo (At 2:1-11).[1]

Os católicos comemoram o Natal com uma missa — daí o nome em inglês Christmas (Christ + mass).[2] A maioria dos protestantes absorveu esta tradição católica, comemorando o Natal com um culto realizado na véspera ou no próprio dia de Natal, o culto de Natal. Muitas tradições foram sendo absorvidas por esta festividade, vindo a se constituir parte importante na sua comemoração. Exemplo: a ceia, a troca de presentes, o Papai Noel, a árvore de Natal, a montagem de presépios, encenações, decorações, músicas natalinas, etc.

A comemoração do Natal tornou-se, sem dúvida, uma tradição profundamente enraizada, não somente nas civilizações ocidentais, como até mesmo em alguns países orientais. Todos apreciamos as decorações, o feriado, os presentes e as comidas do Natal. É inegável que a época tem um certo charme, um clima especial, que chegou a ser personalizado no assim chamado espírito do Natal.

Provavelmente, a maioria de nós concordaria que as comemorações natalinas estão se corrompendo vez mais. Certamente muitos entre nós desaprovam os excessos típicos desta comemoração: a glutonaria, a bebedice, o consumismo desenfreado, etc. Mas devemos confessar que quase não podemos conceber a vida sem o Natal, sem as comemorações do Natal, sem a ceia do Natal, sem a árvore do Natal, sem os presentes do Natal, e, especialmente para alguns, sem o culto do Natal. Tão importante é o Natal para a cristandade ocidental em geral, que talvez não haja exagero em afirmar que, para a maioria de nós, a vida perderia parte da sua graça, sem as comemorações natalinas.

Por tudo o que foi dito, eu reconheço que me aventuro numa empreitada difícil. Meu propósito, com este estudo, é avaliar a legitimidade do Natal, do ponto de vista da fé reformada. Para isso, eu me proponho a investigar: 1) sua origem, 2) suas instituições, 3) o ensino bíblico sobre o assunto, 4) a posição reformada histórica com relação à sua prática; e 5) a considerar algumas implicações práticas das conclusões deste estudo para nós, como igreja e indivíduos.

ORIGEM DO NATAL
Não Bíblica nem na Igreja Primitiva
No Antigo Testamento, diversas festas ou cerimônias anuais foram instituídas por Deus, em comemoração a eventos importantes na história do povo de Israel, tais como a Páscoa, a Festa dos Pães Asmos, a Festa de Pentecostes, e a Festa dos Tabernáculos. Todas estas festividades eram tipológicas. Elas faziam parte da lei cerimonial judaica, e foram cumpridas em Cristo; sendo, portanto, abolidas na nova dispensação — com exceção da Páscoa, que foi transformada na ceia do Senhor.

Na dispensação da graça, entretanto, nenhuma festa comemorativa foi mantida ou instituída, exceto a ceia do Senhor. Não existe texto algum no Novo Testamento, instituindo a comemoração do nascimento de Cristo; como há com relação à sua morte e ressurreição: a ceia. Na verdade, embora o nascimento de Cristo seja um fato histórico inegável, não há como determinar o dia, o mês, ou mesmo o ano em que o fato ocorreu.

O Novo Testamento registra apenas que a ressurreição de Jesus foi no primeiro dia da semana (cf. Mt 28:1; Jo 20:1), também chamado de dia do Senhor (ver Ap 1:10), o domingo (de Domini), dia em que a igreja primitiva costumava reunir-se para adoração pública a Deus (ver At 20:7 e 1 Co 16:2).

Também não há nenhum registro na igreja primitiva, anterior ao terceiro século, da comemoração da natividade de Cristo[3], assim como não há registro, neste período, de comemoração dos demais dias santos mencionados acima. A Enciclopédia Católica reconhece que “o Natal não estava entre as festas mais antigas da Igreja,” visto que “Irineu e Tertuliano a omitem nas suas listas de festas”[4].

Origem Pagã
Qual é, então, a origem da festa natalina? As evidências históricas apontam para as festividades pagãs em comemoração ao nascimento do Sol Invictus (Sol Inconquistável), o triunfo do sol sobre as trevas, que marcava o solstício, isto é, o início do fim do inverno no hemisfério norte.

Muitos povos antigos adoravam o sol. Porque acreditavam que o inverno diminuía o poder divino do sol, permitindo a manifestação dos poderes das trevas, eles comemoravam o solstício, quando os dias começam a ficar mais longos. As festividades deste período davam boas vindas ao retorno do sol acendendo-se velas e fogueiras para fortalecê-lo e expulsar o inverno.

Antes que houvesse qualquer celebração natalina cristã, já era comemorado na Escandinávia, no mesmo período, a grande festa de Yule, celebrando o nascimento do sol de inverno. Nos países de fala latina, havia, entre 17 e 24 de dezembro, as festividades conhecidas como Saturnalia — um culto ao deus Saturno, da agricultura, que encerrava-se com um feriado no dia 25. Outras festividades populares em comemoração ao deus Sol eram realizadas no mesmo período, algumas no próprio dia 25 de dezembro, como é o caso do culto a Attis, introduzido no império romano, proveniente da Frígia.[5] Segundo uma das tradições pagãs relacionadas ao solstício, uma tora de madeira era lançada ao fogo ao cair do sol do dia 24 de dezembro, a qual reencarnava na manhã seguinte em um nova árvore.

Instituição na Igreja Cristã
Não podendo erradicar estas comemorações pagãs, a cristandade as absorveu, aplicando-as à encarnação de Cristo. Assim, começou a ser praticada a festa da natividade, algum tempo antes de 336, vindo a ser oficialmente instituída, de acordo com Usener, no ano de 353 ou 354, pelo Papa Liberius (352-366),[6] sendo escolhida a data de 25 de dezembro, com vistas a substituir as comemorações pagãs mencionadas, realizadas nesse período e suprir uma lacuna inadmissível no calendário eclesiástico da época. “Temos uma Missa para cada santo, mas não há uma Missa para Cristo,” teria dito Liberius, decretando a missa da natividade de Cristo.[7]

Eis o que diz a Enciclopédia Delta Larousse, no artigo sobre o Natal:

A comemoração da data do nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro não obedece, como se poderia crer, a uma indicação precisa contida nos Evangelhos. Tal indicação não se encontra no Novo Testamento, sendo pois arbitrária a data da festa máxima da cristandade. Várias tem sido as suposições sobre a razão de tal escolha. A festa do solstício, consagrada ao sol na Roma pagã, celebrava-se a 25 de dezembro. Nos primeiros tempos do cristianismo, substituíram-se as festas pagãs, pelas comemorações da nova religião.[8]

A prática de assimilação de ritos pagãos tem sido, de fato, prática comum da Igreja Católica. A cristianização forçada de alguns povos, tem resultado em sincretismos religiosos comuns à igreja romana. No Brasil mesmo, as divindades e festividades africanas e populares são admitidas e até mesmo encorajadas pela igreja católica.

Conclusão
Não há precisão quanto aos detalhes das tradições mencionadas. É verdade também, por outro lado, que os evangélicos não comemoram o Natal com o sentido pagão original. Contudo, somos obrigados a admitir, com base na sua origem e instituição, que a comemoração do Natal não é prática bíblica. É, sim, uma festividade de origem pagã, revestida de roupagem cristã, decorrente da tendência sincretista típica da Igreja de Roma.



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Sobre o autor: O Rev. Paulo Anglada é ministro presbiteriano há mais de 25 anos e conhecido pregador brasileiro. Sua formação teológica inclui um bacharelado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (Recife/PE), mestrado em Teologia pela Potchefstroom University (África do Sul) e doutorado em Ministério pelo Westminster Theological Seminary (EUA). Além de pastor há vários anos da Igreja Presbiteriana Central do Pará, o Rev. Anglada tem atuado no ensino de diversas disciplinas em seminários nacionais e internacionais, nas áreas de Grego Bíblico, Hermenêutica, Manuscritologia, Novo Testamento, Teologia Sistemática e Pregação. Ele é ainda presidente da Associação Reformada Palavra da Verdade e vice-presidente da Junta de Educação Teológica do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. Além de diversos livros, o Rev. Anglada é autor também de diversos artigos em obras coletivas e revistas teológicas.




Extraído do site: http://www.eleitosdedeus.org/natal/natal-culto-fe-reformada-introducao-paulo-r-b-anglada.html#ixzz17hDlsfLp
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cúpula do G-20 discute o desequilíbrio econômico

Na Coreia do Sul, as potências mundiais teriam de encontrar uma fórmula de compromisso entre grandes exportadores e grandes consumidores, conflito que está causando a guerra cambial.
ROBERTO KOVALICK
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Os chefes de Estado e governo do grupo dos 20 países com as maiores economias estão longe de resolver o principal assunto da reunião.

Na Coreia do Sul, o G-20, como é chamado esse grupo de países, teria de encontrar uma fórmula de compromisso entre grandes exportadores e grandes consumidores, conflito que está causando a guerra cambial.

Para Barack Obama, o G-20 começou com um revés. No seu primeiro encontro bilateral, o presidente americano e o presidente sul-coreano anunciaram que não conseguiram chegar a um acordo para ampliar as exportações americanas para a Coreia do Sul. É mais uma derrota para o governo americano, e um sinal de que o encontro das principais lideranças mundiais pode terminar apenas na retórica.

No centro das discussões sobre a guerra cambial, os presidentes das duas maiores economias do mundo se reuniram antes do início oficial da cúpula. Hu Jintao se comprometeu a valorizar o iuan, mas aos poucos. E manifestou a vontade da China em fortalecer o diálogo e a cooperação com os Estados Unidos.

Já Obama disse que os dois países têm que buscar um equilíbrio firme e sustentável. Depois, o presidente americano se encontrou com a chanceler Angela Merkel e deve ter ouvido mais criticas sobre a decisão do Banco Central americano de bombear US$ 600 bilhões na economia e, consequentemente, desvalorizar a moeda.

Uma questão grave e que gera um protecionismo camuflado, segundo Dilma Rousseff, que fez sua estreia internacional após ser eleita presidente. “A política do dólar fraco faz com que o ajuste americano fique na conta das outras economias. A melhor solução seria não haver desvalorização do dólar. Essa seria a solução”, afirma.

O presidente Lula disse que o mundo vai à falência se os países ricos não estimularem o consumo interno. ”Todo mundo quer ganhar mais fazendo exportação, e não é possível, porque o mundo emergente não consegue suportar, ser responsável pelo aumento da produção e aumento do consumo ao mesmo tempo”, diz o presidente.

O reequilíbrio do comércio internacional vai depender da capacidade dos chefes de governo em coordenarem políticas econômicas. Até isso acontecer, eles direcionam as palavras para o que chamam de guerra cambial.

Enquanto na Europa, ganham destaque os temores de que a Irlanda, que não consegue diminuir o seu déficit público, recorra ao FMI para tentar colocar as contas em ordem.

Em um centro de convenções em Seul, o G-20 começa para valer. Os chefes de estado e de governo terão uma série de reuniões para tratar, além da guerra cambial, de outros temas como a reforma das instituições financeiras internacionais. À tarde, será divulgado o comunicado final. A expectativa é de que o documento defenda a necessidade de câmbio livre e redução da diferença entre os países que tem superávit comercial, caso da China, e os que têm prejuízo, como os Estados Unidos, mas sem nenhum compromisso ou exigência.

Por isso, muitos temem que a reunião do G-20 não seja suficiente para reduzir as tensões e evitar uma guerra comercial.

Juristas discutem reforma política e defendem mudanças na legislação eleitoral

São Paulo - O presidente do Tribunal Eleitoral de São Paulo, desembargador Walter de Almeida Guilherme, defendeu mudanças na legislação eleitoral, que considerou defasada, para dar mais agilidade e eficiência às decisões relacionadas ao processo eleitoral. O magistrado participou hoje (10) de um seminário sobre reforma política, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo.

'Precisamos dar um rumo mais correto e rápido à legislação para que as decisões possam ser proferidas em tempo mais completo e para que a sociedade não fique nessa insegurança jurídica. Tivemos bons exemplos nessas eleições de coisas que devem ser resolvidas. A questão da ficha suja [por exemplo]. É bem verdade que a lei [da Ficha Limpa] foi promulgada próximo das eleições e, por ser um tema novo, alongou muito as discussões, o que traz um certo descrédito à sociedade'.

Almeida Guilherme disse ainda que é preciso discutir melhor o papel da mídia nas eleições, a visibilidade de candidatos que já são conhecidos da população e a divulgação de pesquisas. 'Aparentemente, um candidato que já aparece na televisão tem mais condição, tem certo desequilíbrio com o que não aparece. Ele leva vantagem e isso é inegável. O eleitor, às vezes, quer votar na pessoa conhecida e ela é aquela que aparece constantemente na televisão'.

O caso do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, também foi comentado. Na véspera do primeiro turno eleitoral, Roriz abandonou a candidatura ao governo do DF - ameaçada pela Lei da Ficha Limpa - e indicou a mulher dele, Weslian Roriz, para substituí-lo na disputa. Weslian perdeu a eleição para o candidato petista Agnelo Queiróz.

Para o procurador Regional Eleitoral do estado de São Paulo, Pedro Barbosa Pereira Neto, é preciso discutir se é razoável que um candidato a um cargo no Poder Executivo possa renunciar à candidatura na véspera da eleição e indicar, por vontade própria, uma pessoa desconhecida da sociedade. 'Isso parece que afronta não só a vontade da população que participa de um longo processo eleitoral, como tira qualquer sentido da campanha eleitoral, que serve para o cidadão tomar consciência do voto que deve dar'.

Segundo o procurador, o maior problema ocorre quando a substituição é feita na véspera da eleição, como no caso do casal Roriz. Ele disse que a substituição por renúncia está baseada apenas na vontade do candidato e não depende de mais nada. 'Esse é um problema sério porque, a rigor, o candidato que renuncia coloca quem lhe aprouver. Essa é uma questão que deve ser discutida porque fere enormemente a construção de um voto consciente no sentido de se saber quem é a pessoa que é candidata e que, eventualmente, será eleita'.

Edição: Vinicius Doria

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

falta bombeiros no estado de São Paulo

Faltam bombeiros no Estado de São Paulo
O Brasil não tem bombeiros suficientes para a segurança da população. “O Estado de São Paulo todo tem quase o mesmo número de bombeiros de Brasília, que tem uma população bem menor”, alertou o pesquisador e Coronel da Reserva, Paulo Chaves de Araujo, diretor do Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio, em reunião com o deputado Donisete Braga, esta semana.

O Coronel pediu apoio ao deputado para que bombeiros particulares e voluntários – bombeiros civis – continuem a ser chamados de bombeiros. Segundo ele, o governo estadual está prestes a assinar um decreto tratando do tema Bombeiros e nele pretende contrariar, segundo o Coronel, a Lei Federal 11.901/09 substituindo a definição de Bombeiro Civil por Brigada Particular ou Brigadista particular.

Explica que no Brasil, os bombeiros civis – existem desde 1892, tendo iniciado em Joinville, município que hoje contem uma contingente populacional de 478 mil habitantes e possui 10 postos dos bombeiros civil voluntários, mais do que o dobro do Corpo de Bombeiros Militares em Guarulhos – SP com uma população de mais de 1 milhão de pessoas.

“O Coronel trouxe dados importantes, que apontam a necessidade de tomarmos medidas no sentido de não só ampliar o número de Bombeiros Militares, mas também apoiar as iniciativas dos Bombeiros Civis”, disse o deputado.

Veja os dados

Há alguns exemplos de municípios paulistas, conforme levantamento do pesquisador, com grandes populações e que não possuem quartel de bombeiros:

Carapicuíba, município com 343.668 habitantes na Região Metropolitana de São Paulo não possui Corpo de Bombeiros da Polícia Militar e depende do atendimento do município de Osasco, que com 696 mil habitantes possui apenas um quartel de bombeiros.

Embu, com 234.200 habitantes e Taboão da Serra, com 216.900 habitantes, municípios na Região Metropolitana São Paulo, não possuem Corpo de Bombeiros da Polícia Militar e dependem do atendimento do município de Itapecerica da Serra que com 152.300 habitantes possui apenas um quartel de bombeiros.

Itapevi, com 190.400 e Francisco Morato, com 159.300, municípios na Região Metropolitana São Paulo, não possuem Corpo de Bombeiros da Polícia Militar e dependem do atendimento do município de Barueri que com 248.000 habitantes possui apenas um quartel de bombeiros.

Diadema, município com uma população de 383.600 habitantes possui apenas um quartel do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar. Lá, em 27 de março de 2009, ocorreu o incêndio na Indústria Química Di-All, destruindo várias residências em volta.

As Normas Internacionais recomendam um tempo resposta de no máximo cinco minutos para o atendimento a um incêndio. No caso do incêndio na Indústria Química Di-All em Diadema, segundo o Jornal Folha de São Paulo de 28-03-09, o tempo resposta foi de dez minutos.

Números do Estado de SP comparado com outros

São Paulo, o estado de maior população e maior orçamento do Brasil, que possui 645 municípios, possui cerca de 9.800 Bombeiros da Polícia Militar.

Só a cidade de Brasília possui cerca de 9.200 Bombeiros no Corpo de Bombeiros Militar

Rio de Janeiro, que possui 93 municípios, tem cerca de 18 mil Bombeiros no Corpo de Bombeiros Militar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Igreja catolica

A Igreja Católica tem metas e critérios espirituais, mas lida com uma gigantesca estrutura de pessoal e emprega um engenhoso sistema de gestão financeira. Entenda como funciona o RH dessa multinacional da fé
Por Karla Spotorno e Marcelo Musa Cavallari

A igreja Nossa Senhora do Brasil, localizada num dos bairros mais elegantes de São Paulo, não tem mais datas disponíveis para casamento até o fim de 2010. No escritório com ar-condicionado, o vigário paroquial Anderson Banzatto, 27 anos, já está gerenciando, no notebook conectado à internet, os casamentos que só ocorrerão no ano que vem, sob a bela arquitetura da igreja, que atrai até turistas estrangeiros. Na paróquia Santa Paulina, em Heliópolis, uma das áreas mais carentes da Zona Sul de São Paulo, o padre Jaime Antônio Diaz Cadavid, 63 anos, recebe as pessoas nos bancos da igreja, uma construção simples que lembra um pequeno galpão. Não há escritório. Muito menos ar-condicionado e computador. Fosse uma empresa, a igreja católica talvez fechasse Santa Paulina, cuja receita gira em torno de R$ 2 mil por mês. Já o pároco da Nossa Senhora do Brasil receberia um generoso bônus.

Mas não é esse tipo de resultado que entra em consideração quando se trata de administrar a igreja. Com seus 5 mil bispos, 409.166 sacerdotes e 739.067 religiosos espalhados pelo mundo, segundo o Anuário Pontifício publicado no último dia 20 com dados de 2008, a igreja católica pode parecer mais um exército altamente hierarquizado sob as ordens do papa do que uma multinacional lucrativa. E se não é uma empresa, do ponto de vista administrativo a igreja funciona ao contrário de um exército: as menores unidades são autônomas em relação às maiores.

Administrativamente, entenda-se. A doutrina é a mesma, os sacramentos são os mesmos. O objetivo é o mesmo: “Evangelizar e cultuar a Deus”, nas palavras do padre Helio Pereira de Campos Filho. Não é o tipo de coisa que você está acostumado a ouvir de um supervisor administrativo. Mas é essa função que o padre Helio exerce como superintendente da Comissão Administrativa Metropolitana, o órgão responsável pela administração da diocese de São Paulo. Uma diocese é a região sob a jurisdição de um bispo. Os padres ligados a ela são os diocesanos, ou seculares. Algumas ordens religiosas têm padres também, mas gerenciados por essas ordens, cada uma com suas regras específicas.

A estrutura administrativa básica da igreja é a diocese. A de São Paulo, mesmo sem atingir toda a cidade, é a terceira maior do mundo, atrás apenas das mexicanas de Guadalajara e da Cidade do México. Como é muito grande, a diocese de São Paulo é uma arquidiocese, e o arcebispo, o cardeal Dom Odilo Scherer, conta com bispos auxiliares para ajudá-lo a geri-la. Dom Odilo responde diretamente ao papa e tem sob suas ordens os padres que cuidam das 287 paróquias da cidade. “As paróquias são comunidades que chegaram à condição de sustentar suas atividades religiosas”, diz o padre Helio. E assim é que a igreja, hierárquica na obediência, funciona de baixo para cima na administração.

Carreira nada ousada

A paróquia é autônoma. Vive do dinheiro que os fiéis dão como dízimo, como oferta durante as missas ou como espórtula, o pagamento para realizar casamentos, missas votivas, batizados. Com esse dinheiro, o pároco paga as contas (de água, luz...), financia todo tipo de atividade que a paróquia realiza e retira sua parte. Não há vínculo empregatício entre o padre e a igreja. Assim, ele não recebe salário, mas uma remuneração chamada côngrua, que cresce de acordo com o tempo de ordenação, mas está longe de representar um plano de carreira sedutor. Do primeiro ao quinto ano depois de ordenado, o padre recebe, em São Paulo, o equivalente a 2,5 salários mínimos. Do quinto ao décimo quinto ano, a côngrua equivale a três salários mínimos. Do décimo quinto ao vigésimo quinto, quatro salários e, daí em diante, cinco salários. Mesmo que o padre tenha outra fonte de renda (sim, isso é permitido), com alguma função na cúria ou dando aulas, ou que ainda receba o aluguel de um imóvel, a recomendação é que viva com no máximo sete salários mínimos, ou R$ 3.570 mensais.

Se a paróquia gerar dinheiro suficiente, pode contratar empregados. Na Nossa Senhora do Brasil, são 15 os funcionários, que administram também duas creches. Se não tiver recursos para contratar, a paróquia muitas vezes recorre ao voluntariado, outra forma de doação dos fiéis, em forma de trabalho, como acontece na paróquia Santa Paulina, em Heliópolis, onde todas as tarefas são realizadas pelo padre Jaime, com ajuda dos fiéis da comunidade. Colombiano de nascimento, padre Jaime estudou filosofia e teologia. Morou na Itália e em Londres. Depois de ordenado, trabalhou no Quênia, no Equador e na Amazônia colombiana. Quando completou 60 anos, foi designado para a paróquia de Heliópolis, embora não desejasse começar do zero um projeto de evangelização na idade de se aposentar. “Meus parentes não gostaram nada da mudança”, afirma padre Jaime.

Como uma multinacional que envia dividendos à matriz, cada paróquia tem de repassar à cúria, o órgão que administra a diocese, uma certa quantia. Trata-se de um valor fixo, não uma porcentagem, decidida pela cúria levando em consideração a capacidade de cada paróquia. A mesma relação que a paróquia tem com a diocese, esta tem com o Vaticano. Anualmente há alguns dias em que a coleta, o dinheiro arrecadado nas missas, vai para a sede mundial da igreja. Dia 29 de junho, por exemplo, é o óbolo de São Pedro, e o dinheiro migra para a cúria romana.

Graça na desgraça

Graça na Desgraça. Você crê!

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

- Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar por completo. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

- Vamos rapaz?

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

- Vamos rapaz, nós viemos te buscar...

- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?

- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.
Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Mas a Palavra de Deus, em Romanos 8,28, diz que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.

Porém, às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso crer e confiar!

Leitura Bíblica: 2 Coríntios 12 : 7 – 10

Pode existir graça na desgraça?

Certamente dentro da espera humana não há desgraça que tenha graça, mas dentro da espera divina, espera espiritual toda desgraça tem graça.

A experiência de Paulo descrita no texto que acabamos de ler, nos mostra:

1. A experiência de um homem que alcançou graça na desgraça.

2. Paulo tinha um espinho na carne que o fazia sofrer muito.

3. Por isso ele disse: "Foi-me dado um espinho para me esbofetear."

Que espinho terá sido esse?

1. Terá sido alguém da família que o tivesse abandonado?

2. Terá sido um sofrimento de natureza psíquica? Inquietação pelas igrejas sempre tão cheias de problemas?

3. Terá sido remorso pelo seu passado de terrível perseguidor? Especialmente pela sua participação no martírio de Estevão?

4. Terá sido uma doença física? Epiléptica? Enxaqueca crônica? Oftalmia?

5. A verdade é que ninguém sabe que espinho terá sido esse.

6. Tudo quanto se diga será mera especulação.

No seu infortúnio ele orou quantas vezes?

1. Três vezes pedindo alívio.

2. Qual foi a resposta de Deus?

3. A resposta de Deus foi surpreendente: "Paulo, a minha graça te basta".

4. Aquela desgraça continuaria mas com a graça da comunhão divina.

5. Isto é: Ele não sofreria sozinho.

Ele teria a presença divina para dividir com ele o peso daquela desgraça... daquele espinho.

Ilustração

Um pai certa vez deu um castigo ao filho: Dormir no sótão. Lá pela meia-noite o pai foi vê-lo. Encontrou o filho com os olhos arregalados.

"Me perdoe, papai. Deixe-me dormir na minha cama". "Não, filho. O castigo não pode ser alterado.

Você vai passar a noite aqui; mas o papai vem dormir com você".

É isto que Deus faz... Ele não tira as conseqüências, mas Ele promete estar conosco nas provações, nos sofrimentos.

Há provações passageiras e provações que vem para ficar e se ficam, precisam ser curtidas em câmara lenta... isto é, suportadas pacientemente.

1. E essas provações fazem parte da nossa preparação necessária para o céu.

2. Quais são os espinhos, as provações que mais nos afetam?

- As vezes um casamento infeliz.

- Uma família mal ajustada.

- Filhos que dão o que chorar.

- Um amor contrariado.

- Uma desilusão.

- Um empreendimento mal sucedido.

- Um objetivo malogrado.

- Uma aspiração insatisfeita.

- Uma doença incurável.

- Um defeito físico.

- Um troféu perdido.

- Uma saudade amarga.

- Um passado que marcou para o resto da vida.

- Um lar desfeito.

São muitos os espinhos que nos ferem sem parar.

. Mas o que nos alegra é a certeza da presença divina para dividir conosco o peso da nossa desgraça.

. O sofrimento do nosso espinho.

. Está alguém nesta hora sofrendo algum espinho? Alguma provação? Alguma desgraça?

. Lembre-se que o mesmo Deus que esteve com Paulo...
Com os três hebreus na fornalha...
Promete estar com você também.

. Confie nEle. / Amém.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

BLOG DA DILMA: Os negócios bilionários da telefonia

BLOG DA DILMA: Os negócios bilionários da telefonia: "O prof. Luiz Carlos Bresser Pereira diz, em artigo publicado hoje, que o Brasil cometeu uma grande tolice: privatizou a telefonia fixa e móv..."

terça-feira, 13 de julho de 2010

reforma politica

MANIFESTO POR UMA REFORMA POLÍTICA AMPLA, DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA


As Entidades que compõe a Plataforma dos Movimentos Sociais para a Reforma do Sistema Político no Brasil apresentam este manifesto sobre a Reforma Política e a atuação do Congresso no tema.

Desde 2005 a Plataforma trabalha um projeto de Reforma Política mais ampla do que a Reforma Eleitoral, englobando uma verdadeira reforma do Estado, necessária para que a democracia seja efetivamente exercida pelos/as cidadãos/ãs, principalmente quanto à possibilidade de participação popular e a ampliação dos seus instrumentos. Uma Reforma Política que mude as formas de se pensar e fazer política, portanto das formas de exercer o Poder.

A Reforma Política debatida no congresso está muito aquém dos anseios dos movimentos sociais, da sociedade civil organizada e da população de modo geral. Num primeiro momento se limitando a lista pré-ordenada, financiamento público de campanha e fidelidade partidária (pontos essenciais para uma reforma eleitoral) e agora reduzindo mais ainda o seu escopo com o Projeto de Lei do Deputado Flávio Dino. O referido Projeto de Lei trata apenas de normas para as eleições e que em muitos casos já foram normatizadas pela Justiça Eleitoral. Repudiamos isso ser chamado de reforma política.

Entendemos que uma verdadeira reforma política tem que ser mais ampla e abrangente. Neste sentido destacamos alguns itens que defendemos: fortalecimento da democracia direta e participativa com uma nova regulamentação do art. 14 da Constituição Federal de 1988, que trata dos mecanismos de democracia direta e a criação do sistema integrado de participação popular; aperfeiçoamento da democracia representativa e democratização da comunicação e do Poder Judiciário.

Em relação à democracia representativa defendemos, entre vários pontos, o financiamento público exclusivo e a lista pré-ordenada com alternância de gênero e respeito à diversidade étnica. Apesar das críticas a estas propostas, principalmente dos meios de comunicação, de parte da academia e de vários partidos e parlamentares, acreditamos serem fundamentais. Aqui cabem alguns esclarecimentos:

1.Mesmo sabendo da possibilidade de maior concentração de poder aos líderes partidários com a lista pré-ordenada, entendemos que é a solução possível para a implantação do financiamento público de campanha exclusivo, item que consideramos importante para moralização das campanhas eleitorais e que poderia ser controlado com a exigência de maior participação dos filiados nas escolhas dos candidatos nas convenções.
2.Faz-se necessário também uma distribuição equânime das vagas contemplando relações de (o) gênero e as minorias no Congresso, estabelecendo paridade entre homens e mulheres e garantindo participação dos afro(s) descendentes e índios, entre outros segmentos. Só assim diminuiremos o abismo existente entre a representação atual e estes segmentos.

Vale lembrar que as campanhas eleitorais hoje têm financiamento misto, sendo parte financiada pela iniciativa privada e parte pública, incluindo o fundo partidário e a isenção de impostos às emissoras de rádio e televisão para a transmissão do horário eleitoral “gratuito”. Defendemos que a atividade política não pode ser financiada pelo dinheiro privado.

Com a inércia do Congresso e a reprovação pelos órgãos de imprensa, nem estes itens da Reforma Política tem avançado, deixando mais uma vez os cidadãos brasileiros frustrados, crescendo o perigoso descrédito na política, nos políticos e nas instituições.

Reiteramos a urgência e extrema necessidade da imediata realização da Reforma Política ampla antecedida por amplos debates e com a implantação de mecanismos de participação popular para exercício da plena cidadania.

Nossas propostas podem ser encontradas em nossa Plataforma no site e está aberta para sugestões e participação.http://www.rpj.org.br/


Plataforma dos movimentos sociais pela reforma do sistema político

Integram a plataforma a seguintes articulações:

1.ABONG – Associação Brasileira de ONGs
2.AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras
3.AMNB – Articulação de Mulheres Negras Brasileiras
4.ACB – Associação dos Cartunistas do Brasil
5.Campanha Nacional pelo Direito a Educação
6.CEAAL – Conselho Latino Americano de Educação
7.CNLB – Conselho Nacional do Laicato do Brasil
8.Comitê da Escola de Governo de São Paulo da Campanha em Defesa da República e da Democracia
9.FAOC – Fórum da Amazônia Ocidental
10.FAOR – Fórum da Amazônia Oriental
11.FBO – Fórum Brasil do Orçamento
12.FENDH – Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos
13.FES – Fundação Friedrich Ebert
14.Fórum de Reflexão Política,
15.Fórum Mineiro pela Reforma Política Ampla, Democrática e Participativa
16.FNPP – Fórum Nacional de Participação Popular
17.FPPP - Fórum Paulista de Participação Popular

18.FNRU – Fórum Nacional da Reforma Urbana
19.INTERVOZES – Coletivo Brasil de comunicação social
20.LBL – Liga Brasileira de lésbicas
21. MEB – Movimento Evangélico Progressista
22.MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
23.MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos
24.Movimento Pró-reforma Política com Participação Popular
25.Observatório da Cidadania
26.PAD – Processo de Diálogo e Articulação de Agências Ecumênicas e Organizações Brasileiras
27.Rede Brasil Sobre Instituições Financeiras Multilaterais
28.REBRIP – Rede Pela Integração dos Povos
29.Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos

segunda-feira, 29 de março de 2010

O PREGADOR

Conta-se que certo pastor de idade avançada foi convidado para pregar
numa igreja do interior. Tendo aceitado o desafio, o veterano servo
de Deus escolheu a passagem bíblica em que Jesus visita a cidade de
Jericó, cura um cego e, em seguida, pede para visitar a casa de
Zaqueu.

Chegada a hora, congregação cheia, à medida que avança na exposição
da história,o pastor comete um erro: "E Jesus ia caminhando para
dentro da cidade, quando um homem de baixa estatura chamado Nicodemos
apressadamente sobe ao topo de uma árvore para ver a passagem do
Messias".

Após repetir insistentemente o nome errado ao longo da pregação, o
pastor enfim é salvo por um diácono que, ao pé do ouvido, lhe
sussurra o nome do personagem que de fato é citado na Bíblia: Zaqueu,
o publicano.

Aturdido, mas não derrotado, o velho ancião imediatamente encontra
uma saída, deixando a platéia boquiaberta. "Meus irmãos, mesmo
estando Jesus no meio da turba, o Mestre conseguiu avistar aquele
homem entre as folhagens da árvore, e imediatamente ordenou em alta
voz: Nicodemos desça já daí, este lugar é de Zaqueu!"

EU SOU

Eu sou o que eu penso
Eu sou mais um ser mortal
Eu sou humano o bastante para errar e ter duvidas sobre o que eu sou e sobre o que eu quero ser
Mas também sou humano o bastante para tentar sempre reconhecer e corrigir os meus erros

Eu sou esforçado o bastante pra vencer qualquer desafio
E quieto o bastante para que não me desafiem
Eu sou mais um na multidão
Eu sou o que eu sou
Eu sou o que eu quero ser

Eu Sou feliz por eu ser eu mesmo
Eu sou feliz por estar vivo
E continuar vivendo
Eu sou feliz por sonhar
Pelo que eu quero alcançar
Eu sou feliz por alcançar
E continuar a sonhar

Eu sou o que sou
Eu sou o que eu quero ser
Eu sou o que eu penso...

Lucas Ferreira Machado

sexta-feira, 26 de março de 2010

ESPERANÇA

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

quarta-feira, 24 de março de 2010

DIA DE VENCER

HOJE É DIA DE VENCER,DIGA EM NOME DE JESUS EU SOU MAIS QUE VENCEDOR.AMEM?ISTO NÃO É MANTRA SÃO PALAVRAS DITAS PELO ESPIRITO SANTO PARA A IGREJA DE JESUS CRISTO,NÃO IMPORTA AS CIRCUNSTANCIAS.JESUS CRISTO É O MESMO ONTEM HOJE E SERA PARA TODO SEMPRE O TEU SENHOR E SALVADOR;CREIA CHAMA A EXISTENCIA PELA FÉ.DELEITA NO SENHOR ELE SATISFAZ O DESEJO DO TEU CORAÇÃO.AMEM.SEJA CONSTANTE E SEMPRE ABUNDANTE NA OBRA DO SENHOR.NADA PODE TE SEPARAR DO AMOR DE DEUS QUE ESTA EM CRISTO JESUS, AMEM.

terça-feira, 23 de março de 2010

Pastores morrem cantando hino

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica no Espírito Santo. Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Os veículos – cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey – bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro. Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica – Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão – de uma empresa de cerveja – não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido. O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.

Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.

A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde. O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.

O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens. As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Minh’alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre. As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

o dinheiro traz felicidade?

“Melhor é um bocado seco, e tranquilidade, do que a casa farta de carnes, e contenda.” (Provérbios 17:1)

Há um ditado popular, muito conhecido, que diz que “dinheiro não traz felicidade”. Será verdade ou é uma fuga para não lutarmos para melhorar o nosso nível salarial?
Se analisarmos a coisa pelo ângulo de Deus e de sua Palavra, nós vamos verificar que não há nenhum mal em se ter dinheiro, conforme 1 Timóteo 6:10, que diz “Porque o amor do dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviam da fé, e a si mesmos se atormentam com muitas dores”. Portanto, como se vê, a causa é o valor que damos ao dinheiro, a ganância, o amor doentio.
Entretanto é bom afirmarmos que com toda certeza, o dinheiro não compra e nunca comprará a felicidade, a paz de consciência, a saúde, o sono tranqüilo, o apetite. Porém não tem também como negar que o dinheiro exerce influência sobre estas questões colocadas acima. Ele facilita, mas não garante o resultado final.
Já escrevemos que “o rico e o pobre morrem pelo mesmo motivo - dinheiro” - o rico pensando onde conseguir mais e onde guardar o que possui, e o pobre por sua vez arquitetando, maquinando planos e dando a sua vida para consegui-lo. O rico sente que a sua felicidade muitas vezes é ameaçada por ladrões e outros; já o pobre sonha com os bens que não deixam o rico dormir. Dá para imaginar isto? A coisa é real e sutil e quer nos pegar a todos.
Parece brincadeira este trabalho, mas não é. O real é que o dinheiro causa de fato motivação no ser humano, mas de forma nenhuma poderá ser o principal motivador. Jesus Cristo nos orientou, com relação ao valor que damos ao dinheiro e as coisas que ele pode comprar, para que ele não nos prendesse: “... porque onde está o seu tesouro ai estará o seu coração ” (Mateus 6:22).
Em outras palavras, o dinheiro e suas influências fascinam o homem e podem levá-lo à perdição, chegando a ponto de o homem negar o próprio Criador.
Temos que abrir os nossos olhos, não apenas com relação ao dinheiro, mas a certos tipos de conceitos de felicidade, que a sociedade nos impõe. Até que se mude a forma cambial de negociar teremos que conviver com esta, que se expressa através da moeda de cada país; e seja o que for que entrar em seu lugar exercerá a mesma função.
O que temos, pois, que fazer é criar meios que nos permitam estar sempre em liberdade para servir a Deus, como foi no caso da chamada do profeta Eliseu: ele ouviu e não se deteve; desfez-se de seus bens demonstrando que sabia o seu valor, mas de forma nenhuma eles poderiam impedi-lo de servir a Deus. “Voltou Eliseu de seguir Elias, tomou a junta de bois, cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram. Então de dispôs a seguir Elias e o servia”. (1 Reis 19:21).
Não estou querendo dizer com isto que você não pode ter dinheiro ou bens ou que não possa servir a Jesus com eles, mas somente você e Deus saberão avaliar o grau de valorização que ele exerce em sua vida.
Analise a sua situação e tome uma posição acertada diante de Deus, porque você nunca sairá em prejuízo. Sempre que nos liberamos para o Senhor, somos também abençoados e ele não nos fica devendo nada.

Que Deus te abençoe.

POR: WELLINGTON TADEU CORTES RODRIGUES
PR PRESIDENTE
IGREJA BATISTA ESPERANÇA PLENA
RUA PIRACEMA 321 – BAIRRO SUZANA / B.HTE/CAPITAL
TEL (0XX 31 3427 9941)

segunda-feira, 22 de março de 2010

Deus salve os pastores brasileiros

Nao precisa ir muito longe,para perceber a decadencia do ensino neo-testamentario nos lugares onde si prega o cristo de DEUS.O materialismo entrou no coraçao do episcopado na raiz de toda a especie de males,que é conforme a doutrina apostolica o amor ao dinheiro.(1timoteo 6v10)hoje não fala da volta de JESUS CRISTO,este comentario certamente acabaria com o mercado da FÉ que ja a muito tempo vem com o disfarce da teologia da prosperidade;hoje é moda dizer sou evangelico,vou determinar,vou para o show do cantor ciclano li o livro do pastor do bispo, emfim há neste dito mercado feiras seminarios e biblias para todo gosto.o gospel(novo) de jesus é simples,mais os homens midiaticos apostataram-se do genuino do verdadeiro evangelho da salvaçao de alma e prega um outro evangelho interesseiro descabido de verdade porque JESUS CRISTO é a verdade,e induz o povo a errar em troca da mordomia que rende a pregaçao da negação de JESUS CRISTO que é a palavra de DEUS.examinais as escrituras pois vóis cuidais ter nelas avida eterna e elas que de mim testitificam,te diz o senhor.