segunda-feira, 14 de julho de 2014

2014 É HORA RENOVAR VOTE NO IRMÃO JOÂO NOGUEIRA ...

reforma politica

MANIFESTO POR UMA REFORMA POLÍTICA AMPLA, DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA


As Entidades que compõe a Plataforma dos Movimentos Sociais para a Reforma do Sistema Político no Brasil apresentam este manifesto sobre a Reforma Política e a atuação do Congresso no tema.

Desde 2005 a Plataforma trabalha um projeto de Reforma Política mais ampla do que a Reforma Eleitoral, englobando uma verdadeira reforma do Estado, necessária para que a democracia seja efetivamente exercida pelos/as cidadãos/ãs, principalmente quanto à possibilidade de participação popular e a ampliação dos seus instrumentos. Uma Reforma Política que mude as formas de se pensar e fazer política, portanto das formas de exercer o Poder.

A Reforma Política debatida no congresso está muito aquém dos anseios dos movimentos sociais, da sociedade civil organizada e da população de modo geral. Num primeiro momento se limitando a lista pré-ordenada, financiamento público de campanha e fidelidade partidária (pontos essenciais para uma reforma eleitoral) e agora reduzindo mais ainda o seu escopo com o Projeto de Lei do Deputado Flávio Dino. O referido Projeto de Lei trata apenas de normas para as eleições e que em muitos casos já foram normatizadas pela Justiça Eleitoral. Repudiamos isso ser chamado de reforma política.

Entendemos que uma verdadeira reforma política tem que ser mais ampla e abrangente. Neste sentido destacamos alguns itens que defendemos: fortalecimento da democracia direta e participativa com uma nova regulamentação do art. 14 da Constituição Federal de 1988, que trata dos mecanismos de democracia direta e a criação do sistema integrado de participação popular; aperfeiçoamento da democracia representativa e democratização da comunicação e do Poder Judiciário.

Em relação à democracia representativa defendemos, entre vários pontos, o financiamento público exclusivo e a lista pré-ordenada com alternância de gênero e respeito à diversidade étnica. Apesar das críticas a estas propostas, principalmente dos meios de comunicação, de parte da academia e de vários partidos e parlamentares, acreditamos serem fundamentais. Aqui cabem alguns esclarecimentos:

1.Mesmo sabendo da possibilidade de maior concentração de poder aos líderes partidários com a lista pré-ordenada, entendemos que é a solução possível para a implantação do financiamento público de campanha exclusivo, item que consideramos importante para moralização das campanhas eleitorais e que poderia ser controlado com a exigência de maior participação dos filiados nas escolhas dos candidatos nas convenções.
2.Faz-se necessário também uma distribuição equânime das vagas contemplando relações de (o) gênero e as minorias no Congresso, estabelecendo paridade entre homens e mulheres e garantindo participação dos afro(s) descendentes e índios, entre outros segmentos. Só assim diminuiremos o abismo existente entre a representação atual e estes segmentos.

Vale lembrar que as campanhas eleitorais hoje têm financiamento misto, sendo parte financiada pela iniciativa privada e parte pública, incluindo o fundo partidário e a isenção de impostos às emissoras de rádio e televisão para a transmissão do horário eleitoral “gratuito”. Defendemos que a atividade política não pode ser financiada pelo dinheiro privado.

Com a inércia do Congresso e a reprovação pelos órgãos de imprensa, nem estes itens da Reforma Política tem avançado, deixando mais uma vez os cidadãos brasileiros frustrados, crescendo o perigoso descrédito na política, nos políticos e nas instituições.

Reiteramos a urgência e extrema necessidade da imediata realização da Reforma Política ampla antecedida por amplos debates e com a implantação de mecanismos de participação popular para exercício da plena cidadania.

Nossas propostas podem ser encontradas em nossa Plataforma no site e está aberta para sugestões e participação.http://www.rpj.org.br/


Plataforma dos movimentos sociais pela reforma do sistema político

Integram a plataforma a seguintes articulações:

1.ABONG – Associação Brasileira de ONGs
2.AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras
3.AMNB – Articulação de Mulheres Negras Brasileiras
4.ACB – Associação dos Cartunistas do Brasil
5.Campanha Nacional pelo Direito a Educação
6.CEAAL – Conselho Latino Americano de Educação
7.CNLB – Conselho Nacional do Laicato do Brasil
8.Comitê da Escola de Governo de São Paulo da Campanha em Defesa da República e da Democracia
9.FAOC – Fórum da Amazônia Ocidental
10.FAOR – Fórum da Amazônia Oriental
11.FBO – Fórum Brasil do Orçamento
12.FENDH – Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos
13.FES – Fundação Friedrich Ebert
14.Fórum de Reflexão Política,
15.Fórum Mineiro pela Reforma Política Ampla, Democrática e Participativa
16.FNPP – Fórum Nacional de Participação Popular
17.FPPP - Fórum Paulista de Participação Popular

18.FNRU – Fórum Nacional da Reforma Urbana
19.INTERVOZES – Coletivo Brasil de comunicação social
20.LBL – Liga Brasileira de lésbicas
21. MEB – Movimento Evangélico Progressista
22.MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
23.MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos
24.Movimento Pró-reforma Política com Participação Popular
25.Observatório da Cidadania
26.PAD – Processo de Diálogo e Articulação de Agências Ecumênicas e Organizações Brasileiras
27.Rede Brasil Sobre Instituições Financeiras Multilaterais
28.REBRIP – Rede Pela Integração dos Povos
29.Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutiv

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

10 Atitudes que podem ser mal interpretradas em outros paises

Cada cultura tem seus hábitos e sinais. Eles podem não fazer muito sentido em outras partes do mundo, ou pior, podem ter um significado diferente daquilo que se imagina. Nessas situações, é comum ser mal-interpretado ou se ofender com o que um estrangeiro pode estar tentando comunicar.

Para evitar qualquer tipo de embaraço que pode acabar surgindo nesses momentos, confira uma lista com 10 atitudes que podem ser malvistas em outras partes do mundo. E nos conte: além dos costumes listados abaixo, você conhece mais alguma atitude que pode vir a ser constrangedora em outro país? Compartilhe conosco nos comentários.
Fonte da imagem: Shutterstock

1) Ásia

Se você tem uma risada descontraída, talvez precise prestar mais atenção na maneira como expressa sua alegria na Ásia. Em países como a China, o Japão e outros, é considerado rude mostrar os dentes ao rir ou sorrir. As mulheres que não cobrem a boca com as mãos enquanto riem estão agindo de maneira inadequada.

2) Bálcãs

Se você pretende visitar a região dos Bálcãs, precisa estar esperto sempre que for responder a uma pergunta. Na Bulgária, na Albânia e na Macedônia, por exemplo, nosso sinal afirmativo (balançar a cabeça para cima e para baixo) significa “não”. E o contrário também é válido: o sinal negativo (balançar a cabeça da direita para a esquerda e vice-versa) quer dizer “sim”. Confuso, não é mesmo?!
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3) Coreia

Se você não quiser ser visto como um assassino em potencial, evite usar canetas vermelhas na Coreia. Essa cor tem muitos significados no país, mas eles evitam escrever os nomes das pessoas em vermelho, a não ser que elas já tenham morrido...

4) Coreia do Norte

Se algum dia você passar pela Coreia do Norte, verá que as casas são sempre decoradas com os retratos de Kim Il-sung e Kim Jong-il, ex-líderes do país. A tradição manda que uma pessoa nunca dê as costas para os líderes, então é melhor ficar atento.
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5) Egito

Se para algumas pessoas derrubar sal pode significar má sorte, no Egito o sal pode ser um grande insulto. Aqueles que gostam de temperar um pouco mais o prato antes de saboreá-lo precisam saber que, se fizerem isso na casa de um egípcio, ele vai pensar que seu convidado achou a comida ruim e pode ficar ofendido.

6) Hungria

Se você tem vontade de conhecer a Hungria, precisa saber que fazer um brinde não é uma tradição muito bem-vista por lá. Isso porque em 1848, durante a Revolução Húngara, os austríacos ordenaram a execução de 13 generais húngaros e celebraram o feito com um brinde. Logicamente, isso serviu como insulto aos húngaros, que até hoje encaram o brinde como um ato ofensivo.
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7) Rússia

Se você entrar em um metrô na Rússia e encontrar bancos vazios, certifique-se de que não estão reservados para deficientes, idosos e pessoas com crianças. Quando um passageiro que não se encaixa em nenhuma dessas condições ocupa um assento especial, ele certamente recebe alguns olhares acusadores e pode até mesmo ser expulso do banco.

8) Turquia

Se você está na Turquia e deseja se proteger de qualquer má influência, escolha qualquer outro fonyrsinal, mas não faça figas! Para os turcos, colocar o dedão entre o indicador e o dedo médio significa o mesmo que o mostrar o dedo do meio.
Fonte da imagem: Shutterstock

9) Venezuela

Se você for convidado para um almoço ou jantar na Venezuela, preste bastante atenção no horário, já que você pode ser mal-interpretado se chegar na hora marcada ou até mesmo mais cedo. Lá, um convidado que se adianta costuma ser visto como ansioso ou ganancioso.

10) Vietnã

Se você estiver no Vietnã, pode cruzar os braços à vontade. Agora, não é aconselhável que você cruze os dedos. Mostrar os dedos (indicador e médio) cruzados para outra pessoa é equivalente a um xingamento ou uma ofensa.
Fonte: Mega Curioso

terça-feira, 21 de agosto de 2012

O SONHO DE DEUS É MAIOR





Estudo Textual: 1 Tessalonicenses 4:13 - 5:11Consolai-vos com Estas Palavras
Consolai-vos com Estas Palavras
Acerca dos que "dormem" (4:13-18). A morte é um assunto que assusta quase todos. Mas a Bíblia afirma que Cristo veio para destruir "aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo" e livrar "todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida" (Hebreus 2:14-15). A palavra do Senhor foi revelada para que pessoas não fossem desconhecedoras dos planos de Deus (4:13; veja 1 Coríntios 12:1). Os irmãos tessalonicenses conheceram e aceitaram a palavra, e não faria sentido eles encararem a morte com o desespero daqueles que não conhecem a Deus (veja 4:5). Por isso, Paulo, assim como fazia Jesus, trata os mortos como "os que dormem" (4:13-15; veja Marcos 5:39; João 11:11-14). Essa descrição é bastante consoladora, pois realça que a morte é um estado temporário. Assim como quem dorme acordará, também quem está morto ressuscitará (veja João 5:24-29; 1 Coríntios 15:21-22). A morte e a ressurreição de Jesus são a garantia disso (4:14). Posto que no último dia todos serão ressuscitados, Paulo fala aqui apenas dos "mortos em Cristo", ou seja, daqueles que morrem obedientes a Jesus (4:16). O verdadeiro consolo é que a morte física dos fiéis não tira deles o galardão. De fato, quando Cristo voltar, eles ressuscitarão primeiro e virão em sua companhia para buscar os fiéis que ainda vivem (4:14-18).
"Vigiemos e sejamos sóbrios" (5:1-11). Muitos perdem seu tempo "estudando" os "sinais dos tempos" para determinar exatamente quando o Senhor voltará. Estes trabalhos são geralmente espetaculares e assustadores para quem não conhece a Bíblia. Porém, a palavra de Deus deixa claro que o Senhor virá "como ladrão de noite", quando as pessoas menos esperam (5:1-3; veja Mateus 24:42-44). Assim como o ladrão não avisa quando vai chegar, é certo que também não haverá avisos sobre quando Cristo voltará.
Portanto, Paulo aconselha os irmãos a viverem sempre preparados como "filhos da luz e filhos do dia" (5:4-7; veja João 12:35-36). Quem obedece a palavra anda na luz, como Cristo andou (veja 1 João 1:5-7), sempre vigilante e sóbrio (5:6-8). A vida do cristão é uma vida de passos deliberados e não apenas uma vida à deriva. O cristão, pelo estudo honesto da palavra de Deus, vai se revestir de fé, amor e esperança, a fim de "alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo" (5:8-9). Assim, quem anda na luz terá a esperança de estar com Jesus seja na vida, seja na morte (5:10-11).
Perguntas para mais estudo:
  • Por que Paulo disse que os mortos "dormem"? (4:13-16). Como temos certeza que eles "acordarão"? (4:14,16).
  • De acordo com o texto, quais serão os sinais da vinda do Senhor? (5:1-3).
  • Já que ninguém sabe quando o Senhor vai voltar, qual a responsabilidade dos "filhos da luz"? (5:4-11).
Autor Carl Ballard

segunda-feira, 30 de julho de 2012

UMA VISÃO CRISTÃ DOS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO



No final do século passado, pesquisadores de diversas partes do mundo reuniram-se a fim de traçar um eixo condutor para a educação do século XXI. Após muitas pesquisas concluíram o trabalho sintetizando-o num famoso relatório intitulado “Os Quatro Pilares da Educação”. Em síntese, aqueles especialistas concluíram que para agir eficazmente o aluno do nosso tempo deve exibir certas competências imprescindíveis ao desenvolvimento do ser humano: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Qual a importância dessas aprendizagens para os alunos da escola dominical? Quais dessas competências podem ser observadas na prática de ensino de nossos professores? Como adaptá-las à realidade do ensino bíblico ministrado em nossas classes? Os resultados são práticos e realistas? Esses quatro pilares podem ser trabalhados com todas as faixas de idade? Vejamos:

APRENDER A CONHECER

O aluno aprende a conhecer quando adquire as competências necessárias à compreensão. Aprender a conhecer é o mesmo que aprender a aprender: o aluno não apenas recebe passivamente o conhecimento do professor, mas, com o auxílio deste, adquire o domínio dos instrumentos de recepção do conhecimento. Isto é, o aluno constrói o conhecimento enquanto o professor libera a capacidade de auto-aprendizagem do aluno. Isso confirma o que ensinou o teólogo e educador Kierkegaard, o educando, com a ajuda do educador, “adquire a consciência real do que ele sabe, do que ele não sabe e do que ele pode ou não pode saber”.
Nesse contexto, a aprendizagem acontece por meio da conduta ativa do aluno, que aprende quando faz alguma coisa e não simplesmente por ver o professor fazendo.
Aprender a conhecer é uma expressão de ordem que dá um basta à aprendizagem de saberes de pouca ou nenhuma utilidade. O aluno somente aprende quando o conteúdo de ensino faz parte do seu foco de interesse, necessidade e expectativas. Em vez da simples transmissão de conteúdos, o que passa a imperar são as habilidades para se construir conhecimentos. Valoriza-se o exercício do pensamento e a seleção das informações que possam ser, efetivamente, contextualizadas com a realidade. Conforme ensina o educador César Romão, “Mais vale o que se aprende do que aquilo que se ensina”.

APRENDER A FAZER

Embora quem aprenda a conhecer já esteja aprendendo a fazer, esta segunda competência enfatiza a questão do preparo para as coisas práticas da vida. A educação, em termos gerais, é um “processo de vida” e não uma “preparação para o futuro”. Os alunos desejam que seus problemas sejam solucionados aqui, e agora. Por isso, precisam ser estimulados à criatividade a fim de descobrirem o valor construtivo do trabalho realizado em sala de aula. Na esfera da educação cristã, é preciso ressaltar a importância de se praticar os conhecimentos bíblicos aprendidos na escola dominical. Os ensinos da Bíblia têm de sair do campo teórico, visto que está carregado de realidade e senso prático. Conforme asseverou-nos o apóstolo Paulo, “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto as minhas palavras como as minhas ações” (Fp 4.9).

APRENDER A CONVIVER

“O gráfico da competência tem duas diretrizes: a pessoa que sabe fazer e a que sabe se relacionar”.

Clarice Leal
Faz parte da educação, aprender a lidar com pessoas diferentes, tratar de assuntos relevantes, não falar mal dos outros, não usar a força para resolver conflitos, demonstrar gentileza e sinceridade no tratamento com os colegas e professores. É justamente na escola que os alunos aprendem as regras básicas de convivência em sociedade. O que cada professor precisa fazer é abrir espaço a fim de que eles aprendam a conviver, se conheçam e se respeitem.

Há alunos que possuem sérias carências sociais e afetivas, dificuldade de relacionamento e uma necessidade enorme de cultivar amizades sinceras. Os mestres precisam propiciar-lhes, urgentemente, um clima de amor e amizade.
No âmbito da educação cristã é essencial que os professores tenham coragem de desvestir a escola dominical de sua fisionomia de “lugar para ocupar as manhãs de domingo” para transformá-la em verdadeiro centro de convivência e comunhão cristã. Precisamos de um espaço estimulador de projetos participativos, cooperativos, identificados pela busca de objetivos comuns. A Bíblia nos informa que nos primórdios da Igreja cristã “Todos os que criam estavam juntos” (At 2.44). Toda a comunidade crescia em graça e conhecimento em função de permanecerem reunidos em torno das Escrituras Sagradas.
Não é suficiente o contato que os professores têm com seus alunos durante a aula na Escola Dominical. O educador cristão precisa oferecer um meio-ambiente favorável para um inter-relacionamento onde haja plena compreensão e possam compartilhar idéias, aspirações e verdades aprendidas na Palavra de Deus.

APRENDER A SER

A educação secular ensina que todo ser humano deve ser preparado inteiramente – espírito, alma, corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético e responsabilidade moral, ética e espiritual. Os jovens precisam aprender a elaborar pensamentos autônomos, críticos, e formular os próprios juízos de valores, para decidirem por si mesmos, como agir em diferentes circunstâncias da vida.
A educação cristã vai além das raias da simples valorização do ente. A Palavra de Deus nos instrui que não devemos pensar apenas em nós mesmos, no que somos, julgamos ou podemos ser. Temos de pensar na valorização do outro – no ser do outro. Não há como ser sem o outro. Todavia, para valorizarmos o outro é necessário nos valorizarmos a nós mesmos. “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39).
Outra coisa importante é que o cristão nunca deixa de aprender a ser. Ele está sempre crescendo nesse sentido, porque a aprendizagem da fé está no fato de o crente ser e saber ser uma pessoa em constante busca de seu aperfeiçoamento moral, ético e espiritual.

CONCLUSÃO

Com base nos quatro pilares da educação, compreendemos que profundas mudanças precisam ocorrer, tanto no sistema de ensino secular quanto no cristão.
Pode levar algum tempo para aceitarmos que só se aprende participando, vivenciando, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Não se ensina só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Não foi por esse mesmo princípio que Jesus ensinou o caminho da salvação à mulher samaritana?


Marcos Tuler é ministro do Evangelho, pedagogo, escritor, conferencista e chefe do Setor de Educação Cristã da CPAD. Acesse o blog do autor:http://www.prmarcostuler.blogspot.com/

Via: Pastor João Nogueira De Lima

sábado, 14 de julho de 2012

O HOMEM PODE DETERMINAR O SEU CAMINHO?


O Mito do Livre-Arbítrio
por
Walter J. Chantry

Eu sei, ó SENHOR, que não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos. (Jr. 10:23)
A maioria das pessoas diz que acredita no “livre arbítrio”. Você tem alguma idéia do que isso significa? Creio que existe uma boa dose de superstição sobre este assunto. A vontade é exaltada como a grandiosa capacidade da alma humana que é completamente livre para dirigir nossas vidas. Mas, do que ela é livre? E de que ela é capaz?
O MITO DA LIBERDADE CIRCUNSTANCIAL
Ninguém pode negar que o homem tem vontade - que é a faculdade de escolher o que deseja dizer, fazer e pensar. Mas, já refletiu sobre a lastimável fraqueza da sua vontade? Embora tenha a capacidade de tomar uma decisão, você não tem o poder de realizar o seu propósito. A vontade pode projetar um curso de ação, mas não tem em si mesma a capacidade de realizar o que intenta.
Os irmãos de José o odiavam e venderam-no como escravo. Mas Deus utilizou o que eles fizeram para torná-lo um governante sobre eles mesmos. Eles escolheram, com o seu curso de ação, prejudicar a José, mas Deus, em Seu poder, dirigiu os acontecimentos para o bem de José, que disse: “Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem” (Gn 50.2).
Quantas das suas decisões são miseravelmente frustradas? Você pode desejar ser um milionário, mas é possível que a providência de Deus impeça isso. Você pode desejar ser um erudito, mas uma saúde comprometida, um lar instável, ou insuficiência financeira pode frustrar a sua vontade. Você pode querer sair de férias, mas um acidente de automóvel pode mandá-lo para o hospital.
Ao dizer que a verdade é livre, certamente não queremos dizer que ela determina o curso da sua vida. Você não escolheu a doença, a dor, a guerra e a pobreza que espoliaram a sua felicidade. Você não optou por ter inimigos. Se a vontade do homem é tão potente, por que não desejar vivendo sempre e sempre? Mas você certamente vai morrer. Os principais fatores que moldam sua vida não se devem à sua vontade. Você não escolheu a sua inteligência, cor da pele, pais, cor dos olhos, lugar de nascimento...
Uma sóbria reflexão sobre sua própria experiência levará à conclusão que: “O coração do homem propõe o seu caminho, mas o Senhor lhe DIRIGE os passos” (Pv 16.9). Em vez de exaltarmos a vontade humana, deveríamos humildemente louvar ao Senhor, cujos propósitos formam as nossas vidas. Assim como confessou Jeremias: “Eu sei, ó Senhor, que não é do homem o seu caminho, nem do homem que caminha o dirigir os seus passos” (Jr 10.23).
Sim, você pode escolher e planejar o que tiver vontade. mas sua vontade não é livre para realizar nada contrário à vontade de Deus. Nem tem você a capacidade de alcançar qualquer meta que não seja aquela que Deus permitiu. Da próxima vez que estiver tão fascinado com a sua vontade, lembre-se da parábola de Jesus sobre o homem rico que disse: “Farei isto: derribarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, e folga; mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.18-21). Ele era livre para planejar, mas não para realizar; desse mesmo modo é você.

O MITO DA LIBERDADE ÉTICA

Mas o livre arbítrio é citado como um importante fator na tomada de decisões MORAIS. Diz-se que a vontade do homem é livre para escolher entre o bem e o mal. Mas devemos perguntar novamente: Ela é livre do quê? Ela é livre para escolher o quê?
A vontade do homem é a sua capacidade de escolher entre alternativas. A sua vontade, de fato, decide qual a sua ação entre um certo número de opções. Você tem a faculdade de dirigir seus próprios pensamentos, palavras e feitos. Suas decisões não são formadas por uma força externa, mas internas, em você mesmo. Nenhum homem é compelido a agir contrário à sua vontade, nem forçado a dizer aquilo que não quer. Sua vontade guia suas ações.
Isso, entretanto, não significa que sua capacidade de decidir está livre de qualquer influência. Você escolhe com base no seu entendimento, sentimentos, gestos e desgostos, e seus anseios. Em outras palavras: sua vontade não é livre de você mesmo! Suas escolhas são determinadas pelo seu próprio caráter básico. Sua vontade não é independente da sua natureza, mas escrava dela. Sua escolha não forma o seu caráter, mas o seu caráter guia a sua escolha. A vontade é inclinada àquilo que você conhece, sente, ama e deseja. Você sempre escolhe com base em sua disposição, de acordo com a condição do seu coração.
É apenas por esta razão que sua vontade não é livre para fazer o bem. Sua vontade é escrava do seu coração é mau. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e que era CONTINUAMENTE MAL TODO DESÍGNIO do seu coração” (Gn 6,5), “Não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Rm 3.12), “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?”(Jr 17.9). Não há força que obrigue o homem a pecar contra sua vontade, entretanto os descendentes de Adão são tão maus que sempre escolhem o mal.
As suas decisões são moldadas pelo seu entendimento, e a Bíblia diz que todos os homens “se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-lhes o coração insensato” (Rm 3.11). Suas concupiscências desejam ardentemente o pecado; portanto, você não pode escolher a Deus. Escolher a Deus é contrário à natureza humana. Se você decidisse obedecer a Deus, seria o resultado de uma compulsão externa. Mas você é livre para escolher, e por isso sua escolha está escravizada à sua própria má natureza.
Se carne fresca e salada fossem colocadas diante de um leão faminto, ele escolheria a carne. É a sua natureza que dita qual a sua escolha. É desse mesmo modo com o homem. A vontade do homem é livre da força exterior, mas não é livre dos pendores da natureza humana. E este pendor é contra Deus (Rm 8.7). A capacidade de escolhas do coração do homem é livre para escolher qualquer coisa que o coração do homem assim ditar; assim, não existe a possibilidade de um homem escolher agradar a Deus sem que haja a prévia operação a Sua graça divina.
Aquilo que a maioria entende por livre arbítrio é a idéia de que o homem é neutro, e, portanto, capaz de escolher tanto o bem quanto o mal. Isto simplesmente não é verdade. O arbítrio humano, assim como toda a natureza humana, é inclinado SÓ e CONTINUAMENTE para o mal. Jeremias indagou: “pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal” (Jr 13.23). É impossível. É contrário à natureza. Por isso que os homens precisam desesperadamente da transformação sobrenatural de suas naturezas, de outro modo seus desejos estão escravizados na escolha do mal.
A despeito da grande exaltação que é dada ao “livre arbítrio”, temos visto que a vontade do homem não é livre para escolher um curso contrário aos propósitos de Deus, nem livre para agir contrária à sua própria natureza moral. Sua vontade não determina nem os acontecimentos nem as circunstâncias de sua vida. Escolhas éticas não são tomadas por uma mente neutra, mas são ditadas sempre pelas características de sua personalidade.

O MITO DA LIBERDADE ESPIRITUAL

Entretanto, muitos asseveram que a vontade humana faz a escolha final entre a vida e a morte espiritual. Aqui a vontade é totalmente livre para escolher ou rejeitar a vida eterna oferecida por Jesus Cristo. Dizem que Deus concederá um novo coração a todos que, pelo poder de seu próprio livre arbítrio, desejarem aceitar a Jesus Cristo.
Não pode haver dúvida que aceitar a Jesus Cristo é um ato da vontade humana. Isto é freqüentemente denominado de “fé”. Mas como podem os homens vir de boa vontade para receber ao Senhor? É comumente respondido: “pela disposição de seu próprio livre arbítrio”. Mas como pode ser isso? Jesus é o Profeta, e recebê-lO significa acreditar em tudo o que Ele diz. Em Jo 8.41-45 Jesus deixa claro que você é nascido de Satanás. Este pai maligno odeia a verdade e transmitiu esta mesma inclinação a seu coração. Por isso disse Jesus: “Porque vos digo a verdade e não me credes” (Jo 8.45). Como pode a vontade humana brotar do homem e decidir naquilo que a mente humana odeia e nega?
Aceitar a Jesus significa, adicionalmente, acolhê-lO como sacerdote - isto é: recorrer a Ele e Dele depender para obter a paz com Deus pelo Seu sacrifício e intercessão. Paulo nos diz que a mente com a qual nascemos é hostil a Deus (Rm 8.7). Como pode a vontade escapar da influência da natureza humana, que nasceu com uma violenta inimizade contra Deus? Seria insano para a vontade escolher a paz quando cada osso e gota de sangue clama por rebelião?
Então, receber a Cristo significa também aclamá-lO como REI. Significa obedecer a todos os Seus mandamentos, confessar Seu direito de governar, e adorar diante do Seu trono. Mas a mente, as emoções e os desejos humanos clamam todos: “Não queremos que este reine sobre nós!” (Lc 19.14). Se todo o meu ser odeia Sua verdade, odeia Seu governo e odeia a paz com Deus, como pode a minha vontade ser responsável por receber a Jesus? Como pode tal pecador ter fé?
Não é a vontade humana, mas a graça de Deus que deve ser exaltada por conceder ao pecador um novo coração. A menos que Deus mude o coração e crie um novo espírito de paz, em verdade e submissão, o homem não pode decidir-se por Jesus Cristo e pela vida eterna Nele. É preciso ter um novo coração antes que o homem possa crer, ou de outro modo a vontade do homem está desesperadamente escravizada à maligna natureza humana - mesmo quanto à conversão. Jesus disse: “Não te maravilhes de ter dito: NECESSÁRIO vos é nascer de novo” (Jo 3.7). Se você não o for, jamais verá o Seu Reino.
Leia Jo 1.12 e 13. Lá é dito que aqueles que crêem em Jesus nasceram, não da “vontade do homem, mas de Deus”. Do mesmo modo que a sua vontade não é a responsável por você ter vindo ao mundo, ela não é a responsável pelo seu novo nascimento. É ao seu Criador que você deve ser agradecido por sua vida, e “se alguém está em Cristo, é nova criatura” (2 Co 5.17). Quem jamais escolheu ter sido criado? Quando Lázaro ressuscitou da morte ele decidiu responder à chamada de Cristo, mas não pôde decidir ter vida. Assim disse Paulo em Efésios 2.4,5: “Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (Pela graça sois salvos)”. A fé é o primeiro ato de uma vontade tornada nova pelo Santo Espírito. Receber a Cristo é um ato tão humano quanto a respiração, mas é necessário primeiro que Deus tenha concedido vida.
Não é de admirar que Martinho Lutero tenha escrito um livro intitulado Nascido Escravo, que ele considerou um de seus mais importantes tratados. A vontade está presa às cadeias da maligna natureza humana. Você, que exalta o livre arbítrio como um grande poder, está apegado a uma raiz de soberba. O homem, como um pecador perdido, está definitivamente sem socorro e esperança. A vontade do homem não oferece esperança. Foi a vontade de escolher o fruto proibido que nos atirou na miséria. Somente o poder da graça de Deus pode oferecer livramento. Lance-se à misericórdia de Deus para a salvação. Rogue ao Espírito de Graça para que Ele crie um novo espírito dentro de você.

A Historia De Sadako Sasaki


Sadako e o TSURU da Paz

Uma crença popular ficou associada a uma história que aconteceu no pós-guerra depois da explosão das bombas nucleares que atingiram milhares de civis, mulheres, idosos, e muitas crianças...
Uma dessas crianças chamava-se Sadako Sasaki, que com dois anos de idade vivia a uma distância considerável do local da explosão. Sadako sobreviveu sem aparentar efeitos nocivos e viveu uma infância feliz, a brincar.
Dez anos se passaram e Sadako cresceu forte, sensível e bonita. Aos doze anos Sadako gostava muito de correr. Um dia, muito cansada, caiu. Foi levada para o hospital onde descobriram que tinha Leucemia, denominada na altura como "Doença da Bomba", pois se tinha desenvolvido devido a exposição à radiação.
Uma vez no Hospital, todos os dias a sua melhor amiga levava bonitos papéis e a ensinou a dobrar o pássaro TSURU. Juntas dobravam, e juntas falavam da lenda dos 1000 TSURUS, quem os fizer o seu desejo se realizará, assim o dizem. Por cada TSURU dobrado, o desejo era sempre o mesmo - para ficar bem.
A menina Sadako mais tarde decidiu que, mesmo com muito esforço, terminaria os mil TSURUS pensando e pedindo para que nunca mais nenhuma criança tivesse que sofrer os males da guerra.
No dia 25 de Outubro de 1955, Sasako dobrou o seu último TSURU nº 644, não resistiu à doença e nesse dia se tornou mais um dos muitos acidentes de uma guerra que tinha terminado dez anos atrás.

Os seus colegas da escola acabaram os restantes 366 TSURUS que faltavam para homenagear a memória e pedido de Sadako e participaram do seu desejo de que bombas de destruição massiva não seriam utilizadas novamente. Os 39 colegas de turma da menina Sadako conseguiram mobilizar mais de 3000 escolas no Japão e nove de outros países e assim conseguiram juntar a quantia necessária para a construção do "Monumento das crianças à Paz"(1958), localizado no parque da Paz, em Hiroxima.
Ficou um monumento para homenagear Sadako, tal como todas as crianças que morreram devido à guerra, que mais tarde se tornou um símbolo internacional da Paz.

Todos os anos, milhares de crianças visitam o memorial trazendo cadeias de TSURUS dobrados para colocar na sua base. Cada um TSURU é uma oração e o desejo de milhares pela Paz.


A guerra tem efeitos duradouros. Muito tempo depois da agressão ter cessado os efeitos negativos continuam. O Japão é apenas um dos inúmeros países que continua a ser atormentado pelos efeitos das bombas atómicas que foram lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. A história de Sadako Sasaki desperta para a discussão sobre a necessidade de Paz, nomeadamente para as crianças.

Via: Pastor João nogueira de lima 

domingo, 8 de julho de 2012

The Name of God: Jehovah?


A few days ago, a reader of this blog and a former student asked me to explain the origin of the name Jehovah. I always welcome questions from readers and when a question is of general interest, I try to write a post and provide an answer that will benefit the general public.
First, let me remind readers that I have already written several posts on the divine name. The following posts deal with the name of God:
The name Jehovah is not the real name of God. Let me explain. The word Jehovah, a popular English name used by Christians to identify the God of the Old Testament, was not used until after 1278 A.D.
In the Hebrew Bible, the name of God is expressed by four consonants: YHWH. These four consonants are also known in academic circles as the Tetragrammaton. The name of God was revealed to Moses on Mount Sinai:
13 Then Moses said to God, “If I come to the people of Israel and say to them, ‘The God of your fathers has sent me to you,’ and they ask me, ‘What is his name?’ what shall I say to them?”
14 God said to Moses, “I AM WHO I AM.” And he said, “Say this to the people of Israel, ‘I AM has sent me to you.’”
15 God also said to Moses, “Say this to the people of Israel, ‘The LORD, the God of your fathers, the God of Abraham, the God of Isaac, and the God of Jacob, has sent me to you’: this is my name for ever, and thus I am to be remembered throughout all generations” (Exodus 3:13-15 RSV).
When God sent Moses back to Egypt to bring the people out of their oppression, God told Moses: “Say this to the people of Israel, ‘The LORD has sent me to you’: this is my name for ever, and thus I am to be remembered throughout all generations” (Exodus 3:15). In Hebrew the name “the LORD” is YHWH.
Over the centuries, the Jewish community has avoided using or pronouncing the divine name in public. Thus, when reading the name of God in Hebrew, the Masoretes wrote the four consonants YHWH and inserted the vowels of the Hebrew word Adonai, a word that means “the Lord.”
The name Jehovah is a hybrid name. The name was formed by the use of the Tetragrammaton YHWH with the vowels of Adonai and the result was YeHoWaH. This hybrid name became the basis for the Latinized name Jehovah.
The name Jehovah was not known until sometime after 1278 when a Dominican monk by the name of Raymundus Martini, a Spaniard, first used it in his book Pugeo Fidei. The name Jehovah appeared in English when William Tyndale translated the book of Moses in 1530. Thus, the name Jehovah is an artificial creation that was not used until the Middle Ages. It does not reflect an accurate rendering of the divine name in the Hebrew Bible and its use should be avoided.
Most Christian Bibles today follow the example of the Septuagint, the Greek translation of the Old Testament, and of the Vulgate, the Latin translation of the Bible by Jerome. The Septuagint translated the Tetragrammaton YHWH by Kurios, “Lord” and the Vulgate rendered the divine name as Dominus, “Lord.”
The name Jehovah appears in the King James Bible in four places: Exodus 6:3Psalm 83:18Isaiah 12:2; and Isaiah 26:4. The poetic form of the name, Yah (or Jah in the KJV) appears in Psalm 68:4. The divine name appears in several passages in the Bible compound with other words: “Jehovahjireh” (Genesis 22:14 KJV), “Jehovahnissi” (Exodus 17:15 KJV), and “Jehovahshalom” (Judges 6:24 KJV).
Most modern English translations follow orthodox Jewish tradition and avoid using the divine name. Instead, these translations substitute the word “the LORD” for the name Yahweh. The following are the usages of the divine name in most English Bibles:
1. The word “God” translates the Hebrew name Elohim.
2. The word “GOD” translates the divine name Yahweh.
3. The word “Lord” translates the Hebrew word Adonai.
4. The Word “LORD” translates the divine name Yahweh.
I respect my Jewish readers who refrain from using the divine name as a way of honoring God. This reluctance to use the divine name reflects their love and reverence for God and a recognition of the holiness of God’s name. Instead of using the divine name, they use “Adonai,” and “Hashem,” a Hebrew word meaning “The Name.”
As a Christian, however, I believe that this reluctance to pronounce the divine name goes contrary to God’s own wishes. God said to Moses:
“Say this to the Israelites: Yahweh, the God of your fathers, the God of Abraham, the God of Isaac, and the God of Jacob, has sent me to you. This is My name forever; this is how I am to be remembered in every generation (Exodus 3:15 HCSB).
God clearly tells Moses that he wants to be remembered forever by his name. However, if we do not call God by his name, how can people know him by his name?
The Psalmist wrote: “Sing to God! Sing praises to His name. His name is Yahweh.” (Psalm 68:4 HCSB).
The Psalmist also wrote: “Proclaim with me the greatness of Yahweh, let us acclaim his name together (Psalm 34:3 NJB).
To sing praises to God’s name and to acclaim his name requires the worshiper to know God’s name and to use it and pronounce his name aloud.
The prophet Joel wrote: “Everyone who calls on the name of Yahweh will be saved” (Joel 2:32 HCSB). However, how can people call upon the name of God when the name of God is not used?
Christians should avoid using the name Jehovah because it does not provide an accurate translation of the Hebrew name for God. And, although I am going against the majority of Biblical scholars on this issue, I believe we should take seriously God’s desire that he wants to be remembered forever by his name.
If Christians and Jews are to use the divine name, it must be done so with reverence, for we must remember God’s own admonition: “You shall not misuse the name of Yahweh your God, for Yahweh will not leave unpunished anyone who misuses his name” (Exodus 20:7 NJB).
Other Posts on the Names of God
Claude Mariottini
Professor of Old Testament
Northern Baptist Seminary
 



About Claude Mariottini

I have been Professor of Old Testament at Northern Baptist Theological Seminary since 1988. Prior to my time at Northern, I served at Southwest Baptist Seminary. Born in Brazil, I came to the US in 1963. I have a passion for the Word of God and walking alongside others as we seek to more fully understand it. I graduated from California Baptist College, Golden Gate Baptist Seminary, and The Southern Baptist Theological Seminary. Additional graduate work was completed at the Graduate Theological Union.